

Os elementos da ACD URRÔ sentiram-se honrados pelo convite, dado estarem presentes equipas muito importantes e fortes aqui do nosso distrito de Aveiro, como são o caso do SC Beira-Mar, Futsal Azeméis, GRC Dínamo Sanjoanense, GCR Ossela, Futsal Cidade de Lourosa, CCRD Fundo de Vila entre outras.
Mas sentiram-se também receptivos, solidários e "tocados" pela situação da MARIANA. E apesar de, na altura do Torneio, terem grande parte do Plantel lesionado, resolveram participar na mesma, independentemente de tudo, deram o seu melhor e como tal não estão minimamente arrependidos, desejando que a doce MARIANA consiga o seu objectivo e reunir o tão desejado montante para ser tratada em CUBA. A ver vamos, DEUS a ajuda e... as boas almas caridosas também, porque ela muito e bem precisa. Vá lá, dê lá, vai ver que não dói nada.
VOCÊ Não?
Não faz mal, pode contribuir s. f. f. através da CONTA Nº NIB: 0010 0000 43527270001 25 do BPI (Banco Português de Investimentos).
Muitíssimo Obrigado, com certeza a MARIANA agradece. Proporcione um Natal diferente a quem tanto precisa. Por um Natal melhor, mais solidário e mais alegre.
Fonte:http://gcrdeossela.blogspot.com/search?updated-max=2009-12-11T23:54:00Z&max-results=10
1ª Parte
A ACD URRÔ (8º, 15 pts) deslocou-se a Arrifana para defrontar o AC SÃO JOÃO DE VER (2º Classificado mas com menos um jogo, 21 pts). A equipa da casa entrou nesta partida determinada em fazer esquecer o acidente de percurso tido na jornada anterior, onde perdeu os primeiros pontos da época. Como tal, nos primeiros 10' de jogo, praticamente resolveu o encontro com 4 golos sem resposta.
O Urrô entrou muito descontraído, demais mesmo e pagou bem caro essa factura, já que aos 1’ aparece o 1-0, “ZÉ PÊRAS” através de um remate forte colocava o AC São João de Ver em vantagem.
Apenas um minuto depois (2’), em jogada de entendimento perfeito entre Quirino e “PAULINHO”, em que o primeiro assiste o segundo para o 2-0.
Que pesadelo, que começo terrível mesmo. Depois foi piorando há medida que o tempo passava. O AC São João de Ver não dava espaço para os homens do Urrô pensar e com uma atitude pressionante, chegou ao 3-0 com apenas 6' de jogo. Em rápida transição ofensiva, QUIRINO à saída do guardião Sérgio a fazer a bola passar por baixo do corpo deste.
Sensivelmente a meio da 1ª parte, mais concretamente aos 11’, foi novamente QUIRINO a elevar a contagem para a São João de Ver. Na sequência de um canto, a bola foi ter aos pés do pivot sanjoanense que de costas para a baliza, marcou de calcanhar um excelente recorte técnico originando um bonito golo, o 4-0.
Aos 13', “MANSO” a concluir com sucesso, ao 2º poste uma boa jogada colectiva da equipa da casa, fazendo assim o 5-0. Até ao intervalo o marcador não sofreu mais alterações, estão assim as contas da 1ª Parte feitas, e que contas…
2ª Parte
Quanto à 2ª melhoraram um pouco, pelo menos já não sofreram tantos golos. Com um resultado pesadíssimo que castigava a inoperância dos jogadores do urrô, completamente desencontrados do jogo, com sucessivos passes falhados, bolas perdidas e demasiados erros defensivos que se revelavam fatais, dada a eficácia e eficiência dos homens da casa. 5-0 é mesmo um resultado desmoralizante e animicamente desolador e devastador, não há motivação que lhe resista. No entanto o Urrô podia ainda dar um ar da sua graça e atenuar um pouco a diferença no marcador, dar outra imagem de si e tentar evitar a humilhação. O que adivinhava-se não ser uma tarefa muito fácil.
A 2ª parte foi jogada a um ritmo mais lento, procurando os sanjoanenses gerir da melhor maneira o resultado que haviam conquistado nos primeiros 20' de jogo. Contudo, foi a primeira equipa a marcar nesta etapa complementar, por intermédio de JOEL "FURACÃO". Este a ser muito lesto e a aproveitar da melhor maneira um passe de “Zé Pêras” para elevar o marcador para 6-0. Isto quanto estavam decorridos 30’ de jogo.
Depois assistiu-se até final a uma menor eficácia da equipa feirense, todavia a equipa de Urrô também dispôs de algumas oportunidades de marcar, mas sem sucesso, os erros e desatenções na hora h continuavam a suceder-se, animicamente a equipa estava partida e já há muito tempo.
A AC São João de Ver nesta 2ª parte estreou oficialmente o guardião Vitinha na sua baliza. Ele que realizou uma excelente exibição na sua estreia neste campeonato não ficando manchada de todo, com o golo obtido pelos arouquenses a 25'' do final da partida.
Este tento da equipa da ACD Urrô ocorreu, aos 40’, na sequência de um Livre Directo, castigando a 6ª Falta Colectiva dos locais neste 2º tempo. LUÍS "COELHO" encarregue de tentar transformar deste livre directo em golo, na marca dos 10 metros a não vacilar, 6-1.
Perante uma equipa fortíssima, é líder e com menos um jogo (partida em atraso da 1ª Jornada com a A3, a disputar aqui em Arouca no próximo dia 09 Janeiro), o Urrô não se conseguiu impor nem mostrar o seu futebol, o resultado é justo e aceita-se, embora o Urrô se queixe de 2 g. p.’s não assinalados por mão’s na bola, dentro da área, dos homens de SJV. Primeiro aos 14’ e mais tarde aos 28’, em ambos os casos a remate de Sebastião Carlos, em que os árbitros não entenderam ser passível de infracção às leis do jogo. Com este resultado o São João de Ver voltou à liderança, mas também às vitórias e às boas exibições.
Aos 2’, a ADT envia o esférico ao poste, “Joca” é o seu autor.
Aos 3’, novo remate da AD Travassô ao poste, desta feita foi André.
Aos 5’, remate forte de Hugo Xavier, Hélder Ramiro a meter a cabeça à bola e com um gesto subtil a desviar a sua trajectória, tendo esta caprichosamente batido na trave.
Aos 6’, a ADT adianta-se no marcador por intermédio de MÁRIO PIRES correspondendo bem a um pontapé de canto, inaugurando assim o marcador, 0-1.
Aos 8’, novamente Mário Pires, agora do meio da rua e vai bomba, valeu a soberba intervenção do guardião João “Rita” a voar e a conseguir desviar o esférico para fora.
Aos 10’, o Cap. PAULO PIRES a imitar o seu irmão e também ele a marcar, 0-2 para a AD Travassô.
Aos 11’, a A3 comete a sua 6ª Falta Colectiva numa jogada incrivelmente patética e que deu para rir por vários minutos. Imagine-se que o Hélder Ramiro estava a tentar cortar o esférico só que escorrega e cai, já estendido no chão a bola vem ao seu encontro e bate-lhe na mão, o árbitro que acompanhava a jogada assinala peremptoriamente falta e aponta para a marca dos 10 metros. Para a cobrança do Livre Directo é chamado Luís Ventura, só que este não consegue ter arte e engenho para iludir João “Rita”, pois o guardião levou a melhor e com o pé a conseguir suster o remate.
Aos 14’, grande jogada de entendimento entre “Toninho” D. C. e Hélder Ramiro terminando com o remate de Hélder Ramiro ao poste.
Aos 15’, Brites quase marca, valeu João “Rita” a defender ainda que de forma aparatosa.
Aos 17’, BRITES tanto ameaçou que acabou mesmo por fazer estragos e “tantas vezes foi o cântaro à fonte que acabou por partir”. A passe de Ventura a fazer o 0-3. Pouco depois chegaria o intervalo.
2ª Parte
Um resultado surpreendente ao intervalo que colocava a A3 em maus lençóis, pois em vez de subir na tabela, iria sim cair e até bastante. Estava a ser goleado ao intervalo por três bolas sem resposta e tinha agora só e apenas vinte minutos para dar a volta ao resultado ou pelo menos para empatar.
E se a A3 tinha acabado mal a 1ª Parte, o que dizer da 2ª Parte? Talvez que começou ainda pior.
Aos 22’ o nr. 7 do Travassô, VASCO a recuperar uma bola ainda antes do seu meio-campo e depois a galgar muitos metros e mesmo perante um opositor a disferir um potente remate cruzado com a bola a entrar e a sair da baliza. Que torpedo, que potência, indefensável, João “Rita” bem que tentou mas não havia nada a fazer, 0-4.
Ainda no mesmo minuto (22’), novamente VASCO (p. b.) que estava de pé quente voltaria a marcar, só que desta feita fê-lo... na baliza errada. Na tentativa de interceptar uma bola rematada por Hugo Xavier que ia para fora, a meter o pé e como um verdadeiro ponta-de-lança a não dar a mínima hipótese ao guardião e seu colega de equipa Diogo Matos. Era o 1-4 e a esperança renascia.
Aos 23’, num lance algo confuso dentro da área do Travassô Daniel cai no solo parecendo que o guardião Diogo Matos não o ter derrubado ou pelo menos não de forma intencional. O árbitro assim não entendeu e apontou para a marca do castigo máximo, para grande desespero e contestação da equipa forasteira. HÉLDER RAMIRO chamado a converter, fê-lo “sem espinhas”, irrepreensível. 2-4, segundo golo em apenas dois minutos.
Aos 24’, AGOSTINHO numa jogada individual a fazer o 3-4.
Aos 25’, HUGO XAVIER após tabela com Agostinho a fazer o 4-4. Num lance que gerou bastante controvérsia, uma vez que a bola bate no antebraço de Hugo Xavier antes deste ter rematado para o fundo das redes. Mão na bola ou bola na mão? Os árbitros ficaram-se pela 2ª Opção. Verdadeiramente espantoso a Académica de Arouca em apenas quatro minutos logrou marcar quatro golos e anular assim uma desvantagem considerável de quatro tentos.
Aos 28’, Agostinho tem uma perdida incrível, a falhar o golo após passe de Hélder Ramiro.
Aos 33’, “GITO" BASTOS a finalizar da melhor maneira uma jogada bem construída e conduzida pela formação arouquense. 5-4 e cambalhota no marcador, mudando assim a história do jogo, aos 33 minutos a A3 está finalmente (pela primeira vez) em situação de vantagem.
Aos 35’, “Joca” leva a bola a embater na trave da baliza do guardião “Edú”.
Aos 37’, Daniel a marcar, aproveitando o facto da AD Travassô estar a jogar com guarda-redes avançado (Vasco tomou o lugar do seu companheiro Diogo Matos) numa tentativa de arriscar tudo em busca da discussão pelo resultado do jogo, em prol de um resultado positivo. Só que correu mal e tanto arriscaram que deitaram tudo a perder. DANIEL ainda de trás do meio campo a conquistar uma bola e a rematar para a baliza deserta, fazendo assim o 6-4 e matando de vez o jogo.
Aos 40’, no derradeiro minuto do encontro, a A3 comete a 6ª Falta Colectiva da equipa. Para a cobrança do Livre Directo de 10 metros, André a correr para o esférico e a... rematar ao lado, mostrando o nervosismo, descrença e desilusão pela maneira como se desenrolou o jogo. Após terem uma vantagem mais do que confortável, imagine-se, de 4 tentos, a permitirem a reviravolta e a encaixarem 6 golos nesta 2ª Parte.
A A3 com esta vitória além de adquirir ainda mais confiança para o resto do Campeonato, pois sai muito moralizada, consegue assim subir ainda mais na tabela classificativa, é agora 5ª Classificada com 19 pts em apenas 9 jogos. Ou seja, para quem costuma andar sempre pelos últimos lugares e agora em apenas 9 jogos conseguir amealhar mais pontos que durante um Campeonato inteiro (já ultrapassou o nr. de pontos conquistados nos 2 últimos Campeonatos), é obra. Parabéns ao Míster Pinheiro, já se consegue ver o “seu dedo” aqui nesta equipa.
Agora o próximo desafio será em casa, no dia 09 Janeiro de 2010, frente à AC São João de Ver, o actual líder do Campeonato, esta partida diz respeito à primeira jornada deste Campeonato e que foi adiado tendo como primeira data o dia 10 de Outubro ’09. Contra o líder não será fácil mas vamos lá ver o que poderá acontecer e se haverá alguma surpresa.
Uma última palavra para o Agostinho, que fez um grande jogo mas que saiu lesionado com alguma gravidade, tendo mesmo de ir para o Centro de Saúde de Arouca. Decorria o minuto 35’ quando após tira 2 adversários do caminho foi brutalmente pontapeado numa canela, numa entrada fora de tempo, em que se conseguiu ouvir o barulho do pontapé na caneleira em todo o interior do Pavilhão. Espero não ter sido nada de muito grave. para o Agostinho aqui fica o meu voto de rápidas melhoras.
O Urrô consegue um bom resultado, melhor o resultado do que a exibição. Mas foi muito bom poder acabar um jogo sem sofrer golos, o guardião Sérgio Freitas está por isso de parabéns, pois esteve sempre bem. Mais 3 pontos e nova subida na tabela classificativa, a ACD Urrô de mansinho lá vai subindo na escada, degrau a degrau e já é 8º Classificado. Quanto à Branca Activa SC ainda não foi desta que conseguiu pontuar.
(24) JOÃO “RITA” (g. r.)
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